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09 fevereiro, 2018

RESENHA | O PEQUENO PRÍNCIPE

Titulo:  O PEQUENO PRÍNCIPE
Autor:ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY
Editora:AGIR
Páginas: 96

Edição de: 2015
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Sinopse:

Publicado pela primeira vez em 1942 nos Estados Unidos e, três anos mais tarde, na França, 'O Pequeno Príncipe' tornou-se obra de apelo universal, um clássico moderno traduzido para mais de oitenta idiomas. Suas páginas abrigam valiosas lições sobre a solidão, a amizade, o tempo, a vida e a morte, compartilhadas conosco por meio do pequeno habitante do asteroide B 612. Apesar de escrito e narrado por um adulto, 'O Pequeno Príncipe' se dirige, desde suas primeiras linhas, às crianças. É, na verdade, uma ode à infância, uma delicada viagem a esse planeta que aos poucos abandonamos, vivendo em prol das nossas vaidades, vícios, obrigações, números e demais coisas 'sérias e importantes'. Deixe-se conquistar pela fábula atemporal de Antoine de Saint-Exupéry e acompanhe o pequeno príncipe em sua jornada rumo ao nosso planeta. Lembre-se apenas de fechar um pouco os olhos e abrir bem o coração. Pois o essencial, como nos têm ensinado o pequeno príncipe e sua amiga raposa, por mais de setenta anos, é invisível aos olhos.
A narrativa deste clássico começa quando o personagem principal que é próprio autor , tinha 6 anos de idade. Durante esta época, ele fez um desenho. A saber - uma Jiboia engolindo um animal enorme. Após a conclusão do desenho que para ele era um excelente obra de arte, atreveu-se a perguntar aos mais velhos que desenho era e se dava medo, mas para seu desespero, os adultos não viam nada de especial naqueles rabiscos, antes porém, diziam que aquele desenho se parecia com um chapéu. Os adultos diziam: “Porque um um chapéu daria medo?” O menino ficava zangado, pois aquele desenho não era um chapéu, mas para ele se tratava de uma Jiboia! 

Os adultos o aconselharam a parar com aqueles desenhos e ao invés disso, estudar mais sobre coisas importantes como geografia, história, matemática e gramática, e assim o menino fez. Quando adulto, tornou-se piloto de avião. E durante uma de suas viagens, o motor de seu avião sofreu uma pane e acaba caindo no deserto do Saara. E é aí que ele já adulto e em uma terra desconhecida e com água só pra 8 dias, acaba conhecendo um menino fora do comum - o Pequeno Príncipe.

“Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso.”
O Pequeno Príncipe

A Partir daí, os dois mergulham em uma grande e forte amizade. Enquanto o autor tenta consertar o motor do avião, o Pequeno Príncipe o bombardeia com um monte de perguntas e conta uma serie de historias. É exatamente a partir desse diálogo que o livro oferece aos leitores uma série de reflexões sobre a vida. 


“As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes.”
O Pequeno Príncipe

Li este livro duas vezes. E várias lições pude extrair dele, tais como: Quando crianças, somos inocentes, sorrimos, brincamos, e levamos a vida na boa, mas ao crescermos, passamos a dar valor a coisas que não nos fazem felizes. Nos esquecemos de abraçar, amar, beijar, conquistar, e nos tornamos cada vez mais arrogantes, avarentos, orgulhosos e maus. O Pequeno Príncipe é uma obra que mexe com os sentimentos de qualquer um. É impossível não não pensar em como tens procedido. E uma coisa muito boa que a obra me fez lembrar é que um dia eu já fui criança, confesso que eu realmente havia me esquecido que um dia fui criança. Não deixe de ler essa obra.

“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.”
 O Pequeno Príncipe

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